terça-feira, 29 de junho de 2010

Essa foi mais uma noite em que ele a amou.


(Ele tentou descrever aquela noite. Ele chegou perto)

Ele estava com ela. A noite apenas começava e a troca de olhares se sobrepuseram sobre qualquer palavra que eles disseram ou quisessem dizer. Enfim, o beijo dela deixou os lábios dele quente. Ele encostou sua cabeça no ombro dela e a abraçou. O cheiro dela nele ficou. Foi tão bom, ainda longe ele sentir ela perto. Era como se ele a carregasse em seus braços. Ele se abraçou ao perfume dela e recostou em sua cama. Os sonhos foram atraídos. Ele dormiu com ela. Essa foi mais uma noite em que ele a amou.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Eterno amor

"O amor não é eterno por si só, nós que podemos fazê-lo ser eterno a cada dia, amando sinceramente"


Amamos, nos arriscamos, nos declaramos, mostramos o que sentimos, somos sinceros, não escondemos sentimentos, somos felizes, nos abraçando com quem amamos, dando risada, recebendo carinho, olhando nos olhos. Podemos até sofrer, mas isso são consequências.
Caimos, sofremos, choramos, levantamos, nos apaixonamos de novo e amamos. Somos felizes quando estamos amando, quem não é?
Amar faz bem, e quando encontramos alguém que sabe dar valor, igual nós damos, o amor se fortalece a cada dia.
Não deixe de amar e de perceber quem te ama de verdade. E se você sentir o mesmo por essa pessoa, é ela.
Pode estar te olhando todo dia, observando você, tentando se aproximar, te conquistar, vendo suas fotos todas noites, lembrando o som da sua voz, ouvindo a música que você gosta.
Pode estar aqui.

Ex corde (de acordo com o coração)


Me encontro trancado no quarto do amor. Mais uma vez fui aprisionado pelo meu coração. Tento não transparecer, mas é impossível evitar o sentimento. As ações não têm lógica, e a emoção predomina agora.
Bate o coração como nunca bateu, de forma acelerada e angustiante. A impaciência e a ansiedade são conseqüências.
Coração pede sossego ao lado do outro coração que lhe completa. E assim eu consigo compreender, que você já faz parte de mim. E te ter comigo já não é mais opção, é necessidade.

domingo, 27 de junho de 2010

O Ante-mundo do verdadeiro Amor


É até engraçado dizer hoje em dia que você é cavalheiro, dama, romântico(a), educado(a) e etc. Isso é coisa do passado, exclamam algumas pessoas.
O difícil é você perceber como as coisas mudaram.
Quando antes um beijo representava o Amor em si, hoje representa só uma forma de se divertir. Os olhares de amor, que intimidavam um ao outro, hoje são olhares maliciosos.
Nesse mundo, onde tudo conspira para uma sociedade totalmente animal e nada civilizada, nós, pessoas, que sabemos lidar com as diferenças e continuamos sendo as mesmas, românticas e educadas, estamos perdidas.

Mas ainda arrisco ser assim, como disse. Não pretendo cair na vala-comum e dizer que o amor não existe, que o amor à primeira vista já era ou coisa do tipo.
Caminhamos em pequenas proporções que ainda acreditam no que é um passado quase esquecido.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Velhos tempos



Cultura que não volta mais.


Parei para pensar em como as bases familiares dos tempos atuais estão em decadência em relação às famílias dos antepassados.
Os casais de hoje estão tão abitolados em trabalhos, problemas, desejos pessoais, que nem sobra espaço para pensarem na relação amorosa com sua (eu) parceira (o), ou sua relação afetiva com os filhos.
Todos os dias várias pessoas saem de suas casas e ficam o dia inteiro fora, trabalhando. No fim, quando chegam de volta em casa, na maioria das vezes jantam e dormem assistindo TV (o que acaba com o diálogo), não aproveitando nada do tempo ao lado de sua família.
Penso em por que o mundo chegou a este ponto, que temos que nos abdicar quase que inteiramente do nosso dia para trabalhar e ganhar dinheiro. Está certo que temos que nos sustentar através do trabalho, mas ultimamente as pessoas têm colocado o trabalho acima de muitas outras coisas mais importantes. Parece que somos escravos do dinheiro. Alem do mais, quando chega o fim de semana, muitas dessas pessoas vão realizar os seus desejos particulares que não podem realizar durante a semana, sendo que o homem vai para um lado, junto de seus amigos, e a mulher para o outro, na casa de sua mãe, reunir as amigas, e os filhos os seguem, meio que perdidos, sem compartilhar a verdadeira união da família.
No fim, os filhos vão crescendo como se fossem órfãos, e vão ganhando independência mais cedo, apreendendo as coisas mais rapidamente, e logo estarão no “mundão”, como os pais, e como não tiveram uma base familiar digna de ensinar-lhes os valores da família e a devida educação que todos devem ter, se tornam pessoas sem sentimento e sem visão da importância que é constituir uma família, um resguardo nas horas difíceis, e dessa forma o amor dos velhos tempos, a imagem do pai e filho compartilhando um momento a sós, da mãe com o filho no parque, do namoro dos casais no banco da praça, das trocas de olhares, se transformam em vidas sem graça, onde o filho é apenas uma continuação da família, o banquinho da praça é o do escritório, os olhares são para as telas dos computadores e o amor é ao dinheiro/ganância.
Os tempos mudam, mas os conceitos do passado não podem ser esquecidos e deixados para trás.